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22 de abr. de 2013

dinamica


Dinâmica: O giz, a pedra e a esponja

Material: uma tigela ou copo com água, um giz, uma pedra e uma esponja.
Esta dinâmica trata-se dos participantes perceberem a importância de viver e transmitir a palavra de Deus aos outros.
Desenvolvimento:Coloque a tigela de água em local visível e vá mergulhando um a um os objetos e promovendo debate, sobre a reação de cada peça à água e comparando com a forma das pessoas vivenciarem a Palavra de Deus.Também pode tomar algum texto Biblíco que fale sobre evangelização, entrega e mudança de vida; não vou citar nenhum porque a dinâmica vem ao encontro da realidade que o dirigente e de cada grupo.
1. água: fonte que restaura e purificação e que gera vida.Simboliza aqui a Palavra e o agir de Deus na sua vida.
2. giz: feito de cal e que absorve para si toda água.Simboliza pessoas que recebem a Palavra de Deus mas ficam só prá si, deixando de anunciar e testemunhá-la;
3. pedra: material rústico que não deixa que nada penetre dentro de si.Pessoas que se fecham e não deixam que a Palavra de Deus as transforme e molde suas vidas como vaso nas mãos do oleiro;
4. esponja: depois de molhada absolve uma certa quantidade de água, assim que apertá-a ela transmite o que tem de mais precioso dentro de si que é a água que purifica e restaura.É a pessoa que absorve, escuta a Palavra de Deus, e deixa que transforme e modifique sua vida; tornando também testemunha fiel do Reino de Deus.

Material: Cartolina, espelhos (ou papel alumínio ou folha metalizada que reflita imagem), cola.
Faça um cartão para cada criança, dobrando um pedaço de cartolina e colando dentro o espelho. Do lado de fora escreva: Quem é o 13o discípulo?Mostre os cartões, sem abrir. Diga às crianças que terão a semana toda para tentar responder à pergunta e que no próximo encontro receberão o cartão com a resposta.
Prepare e distribua uma lista de tarefas a fazer que poderão ajudá-las a encontrar a resposta:- procurar na Bíblia;- memorizar o nome dos 12 discípulos de Jesus;- conversar e entrevistar adultos, pastores, etc..
No encontro seguinte ouvir os relatos e entregar os cartões. Depois que as crianças o abrirem conversar sobre as reações ao ver sua imagem refletida, como e porque cada um é o 13o discípulo, etc..
Escrever o texto de João 15.14 nos cartões.As crianças podem então preparar um outro cartão para presentear ou preparar convites ou mensagens para distribuir a amigos.

22 de nov. de 2012

ESTAMOS PASSANDO POR UM QUADRO GRANDE DE VIOLÊNCIA EM NOSSO BAIRRO E DECIDI JUN TO COM A CATEQUISTA ELIENE FAZERMOS UMA DINÂMICA DE PAZ E PERDÃO!!

Trabalhando o Perdão

O pequeno Zeca chegou da escola muito irritado, chtando tudo. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito isso comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu para ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, a sujeira, os resíduos ficam sempre em nós mesmos.
Sugestão: Para refletir sobre o sentido desta história com as crianças, podemos fazer a seguinte dinâmica:
Suje as mãozinhas das crianças com tinta guache (elas devem substituir o carvão da história). Peça para cada um pensar nas coisas ruins que já fez ou desejou para alguém. Coloque uma vasilha com água no centro da sala. Após um momento de reflexão, explique que aquela água é o amor e a misericórdia de Deus que, apesar dos nossos erros, Ele sempre nos perdoa. Peça, então, para cada criança lavar as mãos e perceber o que acontece quando nos arrependemos das coisas erradas que fazemos. O amor de Deus apaga toda a sujeira que há em nós e nos deixa limpinhos de novo.




 DEPOIS NOS COMPROMETEMOS A SERMOS AMIGUINHOS DA PAZ,CADA UM COLOCOU SUA MÃOZINHA E DISSE UMA PALAVRA QUE SIMBOLIZE A PAZ!!



UM MUNDO MELHOR



 Fizemos uma dinâmica super legal onde foi dividido o mundo em partes para cada catequizando,cada um pintou o seu,depois vimos como é o mundo quando cada um trabalha individualmente,em seguida todos juntos pintamos um planeta só ,vimos que o mundo feito por todos juntos é mais organizado e belo!!

10 de set. de 2012

ESPELHO,ESPELHO MEU!!

MATERIAL NECESSÁRIO: CAIXA DE SAPATO DECORADA,ESPELHO PEQUENO.
FALE SOBRE O RESPEITO A SE PRÓPRIO,SÓ RESPEITANDO A SE PRÓPRIO SE RESPEITA O PRÓXIMO!!
COLOQUE O ESPELHO COLADO DENTRO DA CAIXA, PASSE A CAIXA ENTRE OS CATEQUISANDOS PEDINDO PARA CADA UM FALAR O QUE VER AO ABRIR A CAIXA:UMA QUALIDADE E UM POSSIVEL DEFEITO,SEM REVELAR QUEM ESTÃO VENDO NA CAIXA.
O CATEQUISTA ANOTA OS NOMES COM QUALIDADES E DEFEITOS.
DEPOIS DE FEITA A DINÂMICA CONVERSAR SOBRE O QUE CADA QUAL ACHA DA OPINIÃO DO OUTRO TENTANDO PASSAR MAIS QUALIDADES.

TER UM AMIGO NA VIDA É TÃO BOM TER AMIGOS....

TRABALHAMOS A AMIZADE ENTÃO USAMOS UMA DINÂMICA SUPER LEGAL QUE CRIEI:
PRIMEIRO FIZEMOS A LEITURA DE UM TEXTO,E TROCAMOS O NOME DOS PERSONAGENS PELO DAS CRIANÇAS,FICOU ASSIM:
Atenção crianças de toda catequese sou Ruan e quero te contar uma novidade:
---Sabe Samuel é que tenho apenas 8 anos e estou aprendendo a crescer na amizade com Jesus,com minha familia,com meus coleguinhas catequese:Mirela,Valesca,Bianca,Aninha,
Monalisa,Sande,Gustavo.Ah não poderia deixar de falar do Taison.
Todos gostamos de ter amigos,mas sabemos que não é fácil encontrá-los.A amizade é uma conquista ,ela vai acendendo-lhe o ombro para chorar;perdoando o colega que me chateou ,ajudando os meus professores,sendo estudioso e respeitoso;sendo obediente com meus pais;falando a verdade,não mentindo,mostrando educação nas horas exigidas;na missa,no culto,nas refeições,nas repartições.
Fazendo assim,vou ganhando simpatia das pessoas que são meus irmãos em Jesus Cristo e a vida vai ficando cheia de boas amizades.
É só pensar mais no outro do que em você mesmo.Você cresce com você.Não é bonita esta aprendizagem?Basta acreditar,ser sincero e confiar.
Foi o que aconteceu comigo Ruan e o meu amigo Taison.Só porque um dia,ele derramou o meu lanche e jogou a mochila no chão,a partir daí eu não mais saber de conversa com ele.Sabe ,como isso mudou e eu cresci na amizade?
Quando contei para o vovô ele me disse-me,que Jesus de Nazaré quer que perdoemos de todo coração.
Ao terminar de dizer-me isso,sai e fui conversar um pouquinho com Jesus.Ele me deu coragem para ir ao encontro com Taison e expressar o meu arrependimento.
Foi aquele bate-papo!Parecíamos duas pessoas adultas que se entendem.Nos perdoamos,abraçamos,choramos juntos.Descobrimos que não vale apena fica mal com os outros.
Assim,eu cresci e quero crescer a cada dia na amizade,tendo muitos amigos do meu lado.
Ah!Ainda não terminei.Eu e Taison compomos uma musica para vocês.Cante com a turma.
Amizade não se compra,amizade não se vendem,se conquista a cada dia.Sua vida,um presente que se doa
Ei,coleguinhas experimentem crescer na amizade e vocês serão felizes!!


Então depois da leitura dei a eles bandejas de isopor e guache e pedi que eles desenhassem o significado de amizade,ao termino da bagunça organizada,falei que o legal agora era olhar pro seu amigo do lado e trocar o desenho,presentear o outro ,eles adoraram,foi muito bom ver uma turma que quando começamos tinha problemas de compartilhamento,compartilhar agora!!!

7 de set. de 2012


Dinâmica Amizade.

Material: papel sulfite, canetas hidrocor , fita crepe, aparelho de som e um cd de música,prefiro cantada pelo grupo.

Desenvolvimento:
  • Faça um grande círculo com todos os participantes;
  • Fixe nas costas de cada um deles uma folha em branco, usando a fita crepe;
  • Distribua uma caneta hidrocor ou picel atomico para cada participante;
  • Escolha uma música bem agradavel;
  • Peça a todos que circulem livremente e que escrevam nas costas de cada colega, a característica positiva dessa pessoa. Ex: amigo, sincero, inteligente, etc.; ressaltar que só pode escrever qualidades.
Socializando experiências: após o termino da dinâmica, cada um, poderá ler o que os colegas escreveram sobre si mesmo, e ainda poderá compartilhar com o grupo o que considera que é realmente parte de sua personalidade. Se concorda ou não, como se sentiu, etc.
Essa dinâmica deve ser usada em grupos onde os participantes já se conhecessem ou como fechamento de oficinas ou encontros, porém é necessário que haja um certo grau de afinidade entre os participantes.

Avaliação: a aplicação da dinâmica cria vínculos afetivos maiores entre os participantes.
    
Lido com crianças de comportamentos diferentes e que não são tão compreendidas,pensei que essa dinâmica é uma boa para eles aprenderem a ouvir e dizer elogios,

29 de ago. de 2012


A força da família

Distribuir a todos os participantes pedaços de cordão, com cerca de 80 cm de comprimento cada.
  1. Pedir que todos partam o cordão que receberam em dois pedaços. (Provavelmente todos vão conseguir);
  2. Pedir que todos juntem os dois pedaços, formando um cordão mais forte, e tentem parti-los ao meio, transformando o cordão original em quatro pedaços. (Aqueles que não conseguirem devem ser ajudados pelos vizinhos);
  3. Pedir que todos juntem os quatro pedaços, formando um cordão ainda mais forte, na verdade quatro vezes mais forte que o original. Pedir que todos partam este novo cordão (Formado pelos quatro cordões juntos) no meio. Provavelmente ninguém vai conseguir, pois o cordão, alem de estar quatro vezes mais forte estará com apenas 20 cm o que dificulta a ação.
Conclusão
  • Perguntar aos participantes a que conclusão chegaram após esta experiência.
O Casal Coordenador enfim conclui:
  1. O Cordão original representa um membro da família sozinho. É fraco e pode ser rompido com facilidade. é vulnerável e sujeito a desviar-se do bom caminho.
  2. O Cordão duplo representa dois membros da família juntos. Já são mais fortes. Um protege e ampara o outro. Mas… ainda podem ser partidos. Não representam uma família.
  3. O Cordão quádruplo representa a família constituída de PAI, MÃE e FILHOS. Esta sim, é forte. todos se amparam, protegem. Os mais velhos (os pais) instruem e educam os filhos. Todos tem maiores chances de serem felizes e prósperos, vencedores na vida.

Esta Dinâmica pode ser usada como complemento, quando for trabalhados temas como: Mãe e/ou pai; Educação da infância, Meninice e Adolescência; e/ou Amor e segurança.

Material: Alguns pacotes de bombons
Como funciona
  1. Solicitar que as pessoas do grupo fechem os olhos, estendam as mãos e aguardem;
  2. Distribui-se os bombons de maneira desordenada, isto é, alguns recebem muitos, outros receberão poucos e alguns não receberão nada;
  3. Peça para abrirem os olhos e pergunte o que sentiram: alegria, tristeza, decepção, desânimo, inveja.
Conclusão
  • Os nossos filhos estão assim: de braços abertos, de mãos estendidas, confiando em nós, cheios de expectativas.
  • E nós, o que temos dado a eles? Pouco? O suficiente?
Ótima dinâmica para ser aplicada em um grupo com pais, mães, tios, etc
USAREMOS ESSA NO DIA 09/09 NO NOSSO ENCONTRO!!

DINÂMICA DA FAMÍLIA _ ALGUM LUGAR NA VIDA-          RET ALHOS DE EVA (Ou c artolinas c oloridas)-          FITA CREPE-          MÚSICA

OBSERVAÇÃO: Primeiro aplica a dinâmica, ao término, faz o relac ionamento da mesma c om a família.
Prepare previamente em c asa 4 c oraç ões de EVA ,  cada um de uma c or diferente,  no diâmetro aproximado de 20 c m
cada, esc reva no c entro de c ada c oraç ão o seguinte: ALGUM LUGAR NA VIDA N.º 1, ALGUM LUGAR NA VIDA N.º 2,
ALGUM LUGAR NA VIDA N.º 3 e  ALGUM LUGAR NA VIDA N.º 4.
Como você vai dividir a turma em 4 grupos,  conte quantas crianças ficará em cada grupo e faça agora mais
corações,  de tamanhos menores,  diâmetro 10 c m,  da seguinte forma:  ex.  se tiver 20 crianças,  serão 5 corações de
cada corcorresponde aos 4 corações maiores.
Após as orações iniciais,  explique que você vai aplicar uma dinâmica e que eles deverão ficar quietinhos e que não
poderão se comunicar com o outro em hipótese alguma,  quem falar ou tentar se comunicar com outro sai do jogo.
Com a fita crepe,  cole os corações grandes,  (em número de 4) ,  um em cada parede da sala.
Embaralhe a turma,  coloque os virados para parede de modo que só você possa colocar aleatoriamente os corações menores nas costas deles (eles não podem ver a sua cor,  apenas a dos colegas,  mas sem comunicar- se) .
Encoste- os novamente na parede,  agora virado para você e sem que os mesmos se comuniquem,  explique que você vai colocar uma música e que ao término dela,  todos deverão estar colocados no lugar correspondente à cor do seu coração.  Ex.  Quem tiver o coração vermelho,  deve se dirigir ao coração grande vermelho,  o verde ao verde,  o amarelo ao amarelo e o azul ao azul.
Diga que ao término da músic a você verá quem acertou o seu lugar/c or respectiva.
É divertido porque eles fic am desesperados e sem comunicação,   cada um escolhe no  chute o coração correspondente.AO TÉRMINO DA MÚSICA, VEJA QUEM ACERTO OU E AI, ENTRA A EXPLICAÇÃO DA FAMÍLIA EM NOSSAS VIDAS.
Quem ac ertou,  ac ertou porque a família estava ao lado para ajudar ou porque ela precisou de seu próprio livre arbítrio para essa decisão?.
EXPLICAÇÃO:
Conte para eles que cada um tem um pai,  uma mãe,  um responsável,  um tutor,  que com amor,  carinho e disciplinavam nos dirigindo para ALGUM  LUGAR NA  VIDA .  Os lugares em que chegaremos são vários,  depende da tradição,  dos costumes e dos valores de cada família.  Enquanto somos pequenos,  somos guiados até o lugar em que nossos pais acham adequados para nós.
Não importa se vivemos com pai e mãe,  apenas c om a mãe,  ou pai,  ou tutor,  ou responsável (tios,  avós,  madrinhas,padrinhos . . .cite todos os exemplos de sua sala,  são importantes para eles saberem que estão inseridos em algum grupo) ,  sempre as pessoas responsáveis pela nossa educação,  que nos amam,que nos amparam,  são consideradas as nossas famílias,  porque nos  conduzem para ALGUM  LUGAR NA  VIDA.
Entretanto,  haverá um dia em que a criança crescerá,  tornará adolescente. . . .depois adulto,  e assim como essa dinâmica,  vai ter que enc ontrar o seu cantinho,  a sua realização,  ou seja,  ALGUM  LUGAR NA  VIDA,  muitas vezes sozinho,  sem a ajuda da família.  (Se quiser,  de exemplos de vestibular,  conquistas de emprego,  concursos,realizações de vida. . . .etc )  e neste momento,  nem todos conseguem.
Explique que esta é a importância da FAMÍLIA ,  o de nos dar suporte e estrutura emocional para o resto da vida.
Faça os perceber,  que nos momentos de decisões,  o que vale é que houve alguém que o amou e ensinou valores,
ninguém vai perguntar se um venc edor é bem estruturado porque teve um pai e uma mãe juntos,  no mesmo teto,na vida,  o que vai c ontar é a família que Deus nos deu de presente e que nos amou,  de forma incondicional.  O SUPORTE QUE A FAMÍLIA NOS DEIXARÁ SERÁ A FORÇA QUE ENCONT RAREMOS DENTRO DE NÓS PARA SEGUIRMOS
SEMPRE EM FRENT E, para esse ALGUM LUGAR NA VIDA, que será BOM ou RUIM, de acordo com o nosso merecimento e do nosso esforço

17 de jul. de 2012

dinâmica dos 10 mandamentos



Aliança com Deus

Objetivos
- Facilitar a reflexão e o aprofundamento sobre a Aliança que Deus quer fazer com cada um de nós.
- Ajudar o grupo a entrar no clima da verdadeira experiência com Deus

Material - bambolês
Para Ler e refletir - Êxodo 20,1-17
Toques criativos - Elaborar um painel sobre os Dez Mandamentos
Apresentar o Decálogo aos catequizandos, despertando neles o amor pela aliança: "Deus se compromete em caminhar ao lado do seu povo da mesma forma que o povo também promete ser fiel aos seus mandamentos.

Desenvolvimento
- Divida o grupo em três fileiras e solicite aos catequizandos que se posicionem um ao lado do outro, mantendo a distância de um braço do colega ao lado.
- O primeiro catequizando de cada fileira segura um bambolê e, ao sinal do catequista, deverá passá-lo rapidamente por baixo dos pés e retirá-lo pela cabeça. Na sequência, entrega o bambolê para o colega do lado, que repetirá o movimento.
- A fileira que terminar primeiro o jogo será a equipe vencedora.
- Refletir com o grupo sobre o jogo vivenciado, sentimentos etc
- Comparar o bambolê a uma aliança de casamento.
- O que significa uma aliança?
- O que ela representa na vida de duas pessoas?
- A maior representação de amor entre duas pessoas ocorre quando elas resolvem fazer uma aliança, quando uma se compromete em buscar a felicidade da outra, e vice-versa. O anel é o símbolo desse comprometimento; por isso costumamos chamar a aliança de o anel do casamento.
- Deus quer fazer uma aliança conosco, um pacto de amizade. durante a brincadeira, quando eu recebo esse bambolê (anel) e faço que ele passe sobre mim, dos pés á cabeça, é como se eu aceitasse criar esse laço com Deus e O deixasse agir sobre minha vida. Essa Aliança com Deus nós fazemos por meio do Batismo, pelo qual morrermos e ressuscitamos com cristo e nos comprometemos com a vida cristã, fazendo parte da Igreja.
- A presença de Deus na nossa vida é motivo de muita alegria. O amor de deus nos vitaliza e nos contagia; assim, quando eu entrego o anel ao meu(minha) colega, é como se despertasse nele(a) o desejo de também fazer parte dessa felicidade com Deus.
- O encontro poderá ser finalizado com uma oração. Convidar os catequizandos de cada equipe a segurar com a mão esquerda o bambolê e manter a direita estendida para deus. rezar juntos a oração do CREDO, ou preces espontâneas, renovando o compromisso de amizade com Deus.
Dinâmica extraída do livro: Jogos e brincadeiras para a catequese - Rogério Tellini - Ed Paulus.

11 de jul. de 2012

o que diz a biblia: PAI NOSSO(LC11,1-4;MT6,9-13)

Um dia num certo lugar Jesus estava sentado,rezando.

Terminando a oração,um discipulo disse a Jesus:

__''Ensine a gente a rezar''

Jesus respondeu:

Quando vocês forem rezar,digam assim:

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU,

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME,VENHA A NÓS O VOSSO REINO,SEJA FEITA A VOSSA VONTADE,ASSIM NA TERRA  COMO NO CÉU.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE,PERDOAI AS

NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO, E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÂO,MAS LIVRAI-NOS DO MAL.

                                                AMÉM!

Faz-se um acolhimento animado de acordo com o assunto.

Deixar que as crianças diga o que entendeu do com o pai nosso.

Com um papel e lapis colorido deixar as crianças desenhar o que entendem  com a frase: O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE.

Compromisso:convidar a familia a rezar o pai nosso!

18 de jun. de 2012

Jogo da verdade
Objetivo: Conhecimento mútuo; desinibição.
Participantes: 25 pessoas

Material: Relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio destas.

Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado o bom senso tanto de quem pergunta como quem responde. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado, sentando numa cadeira localizada no centro do círculo (que seja visível de todos), o voluntário promete dizer somente a verdade, pode-se revezar a pessoa que é interrogada se assim achar necessário. Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência.
Jogo comunitário
Objetivo: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.
Material: uma flor.

Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor, mais engraçado fica o jogo
Guia de cego
Objetivo: Compreender a importância de Deus e dos outros no nosso dia-a-dia.
Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.

Tempo Estimado: 25 minutos.

Material:
Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.

Descrição:
O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:

- Como vocês se sentiram sem poder enxergar?

- Tiveram medo? Por quê? De quê?

- Que acham da sorte dos cegos?

Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão os guias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:

- Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?

- Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?

- É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?

Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:

- O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?

- Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira?

- Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)

- Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores, amigos, etc.)

- Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?

- Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?

O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32; e Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização?
Exercício da qualidade
Objetivo: Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas; despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas.
Participantes: 30 pessoas

Tempo: 45 minutos

Material: lápis e papel

Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades, mas sim os defeitos dos outros. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.

1. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no entender caracteriza seu colega da direita;

2. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita, nem vir assinada;

3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;

4. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.

5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;

6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém, no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;

7. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo
Espelho
Objetivo: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.
Participantes: 10 a 20 pessoas

Tempo Estimado: 30 minutos

Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.

Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve continuar: "... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida".Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.
Dificuldade
Objetivo: a) Esclarecer valores e conceitos morais. b) Provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo.
Participantes: 30 pessoas

Tempo: 1 hora

Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.

Abrigo subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.

- Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:

- Um advogado, com 25 anos de idade;

- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;

- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;

- Uma prostituta, com 34 anos de idade;

- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;

- Uma universitária que fez voto de castidade;

- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;

- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;

- Uma menina com 12 anos e baixo QI;

- Um homossexual, com 47 anos de idade;

- Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.
Desenho
Objetivo: União do grupo, trabalho em equipe. (variação da dinâmica 34. Construção do boneco)
Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 20 minutos.

Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.

Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc.
Cumprimento criativo
Objetivo: Forma diferente de um cumprimento.
Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 25 minutos.

Matéria: Musica animada.

Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverão movimentar-se pela sala de acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que será feita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita.
O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada parada musical.
Exemplo:
-Com a palmas das mãos;
-Com os cotovelos;
-Com os pés;

Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído, o apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure um lugar na sala para estar de pé, olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo, sentar.

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-O que foi mais difícil executar? Porque?
-O que mais gostou?
-O que pode observar

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